Com novo parque de usinagem, Tupy bate recordes em 2019

 

A Tupy alcançou bom desempenho em 2019, estabelecendo novos recordes de geração de caixa e lucro líquido, entre outros. “O ano de 2019 trouxe resultados excepcionais”, afirmou Fernando Rizzo, CEO da empresa, na apresentação do balanço do ano passado.

 

Para justificar o desempenho, Rizzo destacou que “inauguramos um novo parque de usinagem que permitirá, junto a outras iniciativas, aumentar significantemente nosso portfólio de serviços e estreitar ainda mais o relacionamento com nossos clientes”. O novo parque de usinagem entrou em operação no ano passado, no México.

 

“Iniciamos inúmeras ações voltadas à eficiência operacional, que contribuíram para a redução de custos e permitiram uma maior flexibilidade de produção entre diversas plantas”, acrescentou o CEO, frisando que “é importante salientar que ainda não capturamos totalmente esses benefícios, os quais devem se materializar a partir de 2020”.

 

ALTA NO FATURAMENTO - A empresa, que já havia obtido um bom resultado em 2018, registrou alta de 6,9% no faturamento em relação ao ano anterior, chegando a R$ 5,1 bilhões. Este resultado foi obtido apesar da queda de 5,4% no volume físico de vendas, o que se explica pelo aumento da participação dos produtos usinados em 2019 (que passaram de 20%, em 2018, para 24% do volume produzido), assim como dos produtos em ferro vermicular (CGI), também de maior valor agregado, que atingiram 22%, ante 14% no ano anterior.

 

A distribuição da geração de receita pelo mundo se manteve com números similares aos do ano anterior (a Tupy exporta seus produtos para mais de 40 países): a América do Norte representou 64% da receita da Companhia, enquanto as Américas do Sul e Central representaram 17% e Europa, 14%. Os demais 5% são provenientes da Ásia, África e Oceania.

 

Para 2020, a expectativa é de continuidade do ritmo de crescimento, especialmente porque a Tupy adquiriu no final do ano passado o negócio de fundição de ferro da Teksid, empresa integrante do grupo FCA, por 210 milhões de euros.

 

Fonte: Revista Usinagem Brasil

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