Impressão 3D se torna boa o bastante para repor peças de aeronaves militares

Empresas que trabalham com impressão 3D nos Estados Unidos têm um nicho novo a explorar: fabricação de peças de reposição para aeronaves de combate. A Força Aérea dos EUA vai realizar, em julho de 2020, sua primeira Olimpíada de Manufatura Avançada. A ideia é colocar para competir todo tipo de organização capaz de prestar esse serviço: startups, centros de pesquisa de universidades, grandes empresas e os prestadores de serviços tradicionais das forças armadas.

 

 

Embora a idade média das aeronaves da Força Aérea americana seja de 23 anos, muitas delas estão na faixa dos 40 a 60 anos de idade. A cada trimestre, há cerca de 10 mil pedidos de reposição de peças que não são atendidos, mesmo com a disposição do governo de pagar caro por esses equipamentos. "Temos de pensar em jeitos melhores de manter essas coisas mais velhas voando", diz Will Roper, secretário assistente da Força Aérea para aquisição de tecnologia e logística. Em seu escritório, ele tem um painel do banheiro do cargueiro Supergalaxy C-5. O governo já pagou US$ 8.500 por esse tipo de peça. A que está no escritório de Roper custou US$ 300, porque foi feita com impressão 3D.

 

Uma típica competidora esperada na Olimpíada de Manufatura Avançada é a 2is (lê-se "two eyes" -- em inglês, "dois olhos"). Na empresa, o cofundador Glenn House e seus colegas dedicaram quatro anos de trabalho a modelar e imprimir um banheiro para o bombardeiro B-1 Lancer. O equipamento precisava suportar o empuxo, a aceleração e a variação de temperatura de uma aeronave supersônica, sem vibrar, vazar nem aparecer no radar. "Conseguir a aprovação de uma peça de reposição pode levar anos", diz House. As informações são da Wired.

 

Fonte: Portal CIMM - Indústria 4.0

 

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